domingo, 23 de outubro de 2011

Pedem sacrifícios ao Povo
Que se encontra quase pedinte
O político anda de carro novo
Pago pelo contribuinte

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Fui ,e serei sempre assim
Não deixarei  que me calem
Se falam bem, ou mal de mim
O que importa é que falem

domingo, 16 de outubro de 2011

Vi o pobre de mão estendida
Ninguém lhe prestava atenção
À frente a figura conhecida
Era o delírio da multidão

sábado, 15 de outubro de 2011

Vendo o barco quase afundado
Berra o malandro que tem pé
Exigindo ao afogado
Que reme contra a maré

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

A coisa está mesmo ruim
Há já pobreza escondida
A continuarmos assim
O que vai ser da nossa vida

domingo, 9 de outubro de 2011

Como podes me apontar o dedo
Desse modo determinado
Sabes bem não é segredo
Do que é feito o teu telhado

O político foi preso depois de julgado
Mas numa jogada precisa
Foi de imediato libertado  
E vai processar a juíza 

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

É mesmo uma coisa confusa
E que me baralha a mente
Como querem que o país produza
Se querem despedir toda a gente?

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Saudades do que não tenho
E do que nunca irei ter
A vida é um desenho
Que só alguns sabem fazer

domingo, 2 de outubro de 2011

O Povo vai sendo espremido
Vai-se acabando a paciência
Tenho a certeza, não duvido
Que aí vêm tempos de violência
Fui e serei sempre igual
No Facebook não me conheces
Deixa estar, não faz mal
Não penses que me aborreces

sábado, 1 de outubro de 2011

Sem fazer grande alarde
Parecia um senhor
Mas é um falso, um cobarde
E acima de tudo um traidor