quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Sou uma pobre criatura
Com a esperança perdida
Se a vida não me atura
Porque hei-de aturar a a vida

Os manhosos andam calados
A morder pela calada
E surpreendem disfarçados
A pobre presa encurralada


segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Vejo uma vaidade enorme
De uma cegueira que inflama
Por isso muita gente já dorme
Com os pés fora da cama


domingo, 27 de novembro de 2016

Se alguma vez pensasses
Antes de a boca abrir
Talvez assim evitasses
Tanta asneira a sair