quarta-feira, 28 de dezembro de 2011


Vêem o Povo adormecido
Mas tal qual um vulcão
Sem avisar ouve-se o rugido
E dá-se a erupção

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011


Há quem de nada precise
E quem muita riqueza encobre
Falam de crise, qual crise
A crise é só para o pobre

sábado, 10 de dezembro de 2011


O Povo para se reformar
É obrigado a trabalhar
Quase até aos setenta    
O político que é da elite
Faz a lei que lhe permite
Reformar-se aos cinquenta

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011


De diferentes horizontes
Uns vêm outros vão
Conhecidos são aos montes
Amigos poucos o são

domingo, 4 de dezembro de 2011


Vivo só no meu cantinho
É certo que daqui não fujo
Fui e sou  pobrezinho
Mas o meu nome não está sujo