terça-feira, 29 de novembro de 2011


Observo a sorte, que se afasta
 Dividendos tirei nenhuns
Tem sido uma madrasta 
É só mãe para alguns 

domingo, 27 de novembro de 2011


Numa infância atribulada
Foi pobre tal como eu           
Hoje tem carteira recheada
Mas o cérebro empobreceu

quinta-feira, 24 de novembro de 2011


O Povo de tanto explorado
Protesta e tem razão
O polícia que é bem mandado 
Arreia na multidão


quarta-feira, 23 de novembro de 2011


Na hora que precisou
O amigo deu-lhe a mão
Quando o inverso se passou
Pagou com ingratidão

domingo, 20 de novembro de 2011


Portugal que futuro vais ter?
Muito mau é o que acho
Quando tens gente no poder
Que unicamente quer é tacho

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Detesto gente convencida
E que se sente superior
Que nada produz na vida
Mas pensa ter muito valor

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Vigaristas e aldrabões
Falcatruas e corrupção
Assassinos e ladrões
Ao que chegou esta nação

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Viveu sempre na miséria
Hoje vida rica tem
Continua pessoa séria
Já não fala é a ninguém.